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a verdade vos libertará

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" Se permanecerdes na minha Palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos. E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." (Ev. João 8.31-32) Ou seja, se vocês comerem meus ensinamentos como quem como minha carne, para ter de mim em si mesmo. Se eu alimentar a alma de vocês com vida, então vocês andarão no sentido de ser como eu sou, serão meus discípulos. Mas, só se for assim, só se eu estiver nutrindo cada célula, tecido, só se for eu, a fonte de energia dos seus neurônios. Se minhas palavras estiverem correndo como rios em suas sinapses. Se vosso ser estiver saciado da minha palavra, da minha vida então vocês me conhecerão. O que Jesus está afirmando é que só se pode de fato conhecê-lo quanto ele está dentro de nós. Conhecer Jesus não é saber a respeito dele, não é informação é experimentação, é tê-Lo. E, em O tendo, então passamos a conhecer a verdade, porque ela passou a nos habitar. Se temos Jesus, sua palavra, então a verdade nos habita. Posto que, a verdade ...

o mar, o carpinteiro e o pescador

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Pedro e os outros onze avistaram o que parecia ser a figura de uma pessoa, no meio da noite, caminhando sobre as águas do lago Genesaré em direção ao barco em que estavam. Sabiam que era algo impossível a qualquer pessoa viva, concluíram ser um espírito, ficaram apavorados, afinal os espíritos, bem como as águas são coisas com as quais não se brinca, essa é a primeira regra do pescador. Afinal de contas, as águas e as coisas de outro mundo estão fora da alçada de gente comum. E gente comum não caminha sobre as águas, logo, o que vem lá é coisa que pescador e homem comum não entende e não domina, por isso a tremedeira e o ajuntamento involuntário no canto do barco. Até que Pedro reconhece a silhueta, "acho que é ele", pensou.  - "És tú Senhor? Se fores, manda que eu vá até ti sobre as águas." Uma voz na escuridão responde, - "Sim, sou eu. Venha Pedro." Ainda trêmulo, sob o olhar perplexo dos companheiros, Pedro põe a perna para fora do barco, dois...

a grande fraude

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Jesus, ao entrar no templo, uma semana antes de ser crucificado, recepcionado pelo canto das crianças: "hosana, Filho de Davi!", que, sem cerimônia nenhuma, nem pudores teológicos, discerniam em Jesus de Nazaré, o Messias. Os principais dos sacerdotes e os ancião culpam as crianças de heresia, espumam pelo canto da boca, querem calá-las, mas, elas tem um álibi, a "ignorância infantil". Os líderes religiosos direcionam sua fúria ao tema das canções, Jesus, que, confrontado pelos líderes religiosos, após expulsar cambistas de vendedores do templo (funcionários do sumo sacerdote - a "máfia da templo"), conta duas parábolas nas quais revela aos seus ouvintes realidades estruturais do contexto religioso que são extremante importantes para nos levar à liberdade na consciência do evangelho. As parábolas foram documentadas por Mateus, o publicano, no evangelho que leva seu nome, no capítulo 21.23-46. Primeiro, ao ser questionado com que autoridade ele, Jesus, e...

jesus e a "teoria de tudo"

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 " Pela fé compreendemos que os mundos foram organizados pela Palavra de Deus. Por isso é que o mundo visível não tem sua origem em coisas manifestas ." (Hebreus 11.3) “ O que era desde o princípio, o que ouvimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam a respeito da Palavra da Vida. A Vida se manifestou, nós a vimos e testemunhamos, e vos anunciamos a Vida eterna que estava com o Pai e a nós foi revelada .”  (1 João 1.1,2) O "santo graal" da ciência, desde que Tales de Mileto afirmou " tudo é água ", consiste em desenvolver uma teoria totalizante que descreva o princípio formativo do universo, o que os cientistas chamam de "a teoria de tudo". Einstein conseguiu desenvolver uma equação, a "teoria da relatividade geral", mas, que se aplica somente ao macrocosmos, ou seja, a corpos de grande massa. Já para descrever o universo sob atômico é necessário utilizar os princípios da mecânica quântica. O problema...

pare de envelhecer

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Chamamos tempo a experiência vivida na dimensão espaço-temporal. De modo, simples, tempo é um "agora". O tempo é um "hoje", com alternâncias de luz e escuridão, em virtude da rotação da Terra, para quem está na terra... O tempo é diferente para cada ente, no entanto, não desconexo. Como provou Einstein,  o tempo difere para cada observador, dependendo de seu deslocamento no espaço. O tempo não é uma realidade absoluta, é nossa ação no espaço que define o tempo. Bem como também o espaço não é absoluto, nossa ação no tempo o define de várias formas. Espaço e tempo não são absolutos. Ou seja, a consciência humana é que define o palco da sua própria existência.  Alguém dirá: "mas os seres não envelhecem e morrem por causa do tempo?" Sim, todos os seres envelhecem e morrem, mas, não por causa do tempo. Não há relação real entre a degeneração física até sua cessação e o tempo-espaço. A degeneração física se dá no tempo, mas, não é ação do tempo. Nós medim...

a porta estreita e a porta larga

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Quando puder, leia Mateus capítulos 5, 6 e 7, leia todos os dias se possível. Nesses capítulos, chamados de "o sermão da montanha" Jesus ensina a seus discípulos e à multidão que o cercava a respeito dos fundamentos do Reino de Deus. Em suma, Jesus ensina qual é a vontade do Pai para os seres humanos em relação a toda a criação e na relação com Ele mesmo. O sermão da montanha é o espelho, o paradigma existencial do Reino. Ou seja, responde à pergunta: Como entrar no Reino? Pergunta que Jesus responde de modo resumido numa sentença que ele repete o tempo todo, sempre concluindo um ensinamento, que é: " amai vossos inimigos, orai por aqueles que vos perseguem ";  " tudo quanto quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a lei e os profetas " (5.44; 7.12), que nada mais é do que a síntese das bem aventuranças (cap. 5), afinal de contas, quem ama é humilde, misericordioso, tem fome de justiça, é pacificador, tem o coração...

a segunda escolha de Marta

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"A primeira escolha de Marta" (texto anterior) reflete o arquétipo da espiritualidade do "fazer para Deus", uma relação com Deus que evidência as performances, as habilidades em detrimento ao "ser" e à construção do caráter de Cristo em nós. Escolha que a tirou do contexto do discipulado, que é ouvir Jesus (seguir, permanecer onde ele está, participar da mesma condição) para ser e fazer como ele. A segunda escolha de Marta descrita por Lucas é consequência direta do equívoco da primeira, veja: "E, aproximando-se de Jesus inquiriu-lhe:  ' Senhor, não te importas de que minha irmã tenha me deixado só com todo o serviço? Peça-lhe, portanto, que venha ajudar-me!”  Orientou-lhe o Senhor: 'Marta! Marta! Andas ansiosa e te afliges por muitas razões.  Todavia, uma só causa é necessária. '". (Lucas 10.40-43) A segunda escolha de Marta consiste em supor a vontade de Jesus. Ela escolheu supor e fazer ao invés de ouvir e ser . Imagine a c...