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o desenvolvimento da identidade em Jesus: o compartilhar

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Este é o terceiro texto da série:" o desenvolvimento da identidade em Jesus " com base em Marcos capítulo 7:31-37, no qual se narra a cura de homem com deficiência, era surdo-mudo. Sobre esta "cura" estamos refletindo a respeito do processo de formação da identidade em Jesus com base na linguagem não-verbal que ele estabelece com o homem. Ou seja, como Jesus constrói em nós uma identidade sadia para experimentar a vida verdadeira. De maneira que, chegamos ao terceiro elemento formativo: o compartilhar.   " cuspindo, tocou-lhe a língua " Como já dissemos (nos textos anteriores), Jesus conduz o processo de cura com linguagem não-verbal, sendo que o ato de cuspir e tocar a língua do "enfermo" encontra correspondência com as práticas medicinais caseiras e taumaturgia da antiguidade, de "curar" por meio do toque, da saliva. Sobretudo, o ato de Jesus de cuspir e tocar a língua daquele homem reflete de muita sensibilidade de comunic...

o desenvolvimento da identidade em Jesus: o processo

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Estamos falando a respeito do desenvolvimento da identidade humana em Jesus a partir do texto de Marcos 7:31-37. O primeiro passo do desenvolvimento foi a "singularidade" (ver: O desenvolvimento da identidade em Jesus: a singularidade). O segundo passo ensinado por Jesus é:  o processo. Veja: " pôs-lhe os dedos nos ouvidos " (v.33b) E a questão é por quê? Para quê Jesus faz isso? O Senhor poderia apenas curá-lo com um toque, uma palavra, um olhar ou mesmo à distância. Contudo, Jesus realiza uma série de comunicações simbólicas por meio de códigos não verbais antes de que aquele homem viesse a ouvir e falar. Por quê? Porque formação da identidade requer processo. Preste atenção: acura não está no "Efatá", Jesus expressaria nada verbal se o homem já não tivesse ouvindo, pois, não estabeleceria comunicação, seria apenas "palavra mágica" e Jesus não age por mágica. A cura está no processo. Jesus está nos ensinando que a formação identida...

o desenvolvimento da identidade em Jesus: a singularidade

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Este é um de cinco textos da série " O desenvolvimento da identidade em Jesus ". Resolvi tratar o tema da "identidade" pois é a última moda gospel, junto com "paternidade" e afins... Isso em decorrência da necessidade de resposta às demandas do nosso próprio tempo. Mas, o que ocorre na maioria das vezes é que se mudam os temas, mas, não os discursos. Explico. A alguns anos atrás a tônica era o "avivamento", e o que era o "avivamento"? Inchaço evangélico e experiências "carismáticas". Igrejas evangélicas pipocaram e muita gente viu anjo, recebeu dente de ouro, blá, blá, blá, blá... Que era de fato o "avivamento" senão a auto afirmação de um grupo emergente que buscava tomava espaços cada vez maiores no cenário nacional, na expectativa de "dominar o país", "bancada evangélica", representação de massa, poder, poder... Agora, após anos, o segmento religioso evangélico continua a crescer mas ning...

como escapar do inferno

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Leia o texto atentando ao que Jesus diz, pois, há muito tempo que você o lê sem compreender a simplicidade do evangelho dele:  " Não penseis que vim destruir a Lei ou os Profetas. Eu não vim para anular, mas para cumprir. Com toda a certeza vos afirmo que, até que os céus e a terra passem, nem um “i” o mínimo traço se omitirá da Lei até que tudo se cumpra. Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos Céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos Céus. Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos Céus. Ouvistes que foi dito aos antigos: “Não matarás; mas quem assassinar estará sujeito a juízo”. Eu, porém, vos digo que qualquer que se irar contra seu irmão estará sujeito a juízo. Também qualquer que disser a seu irmão: Racá, será levado ao tribunal. E qualquer que o chamar de idiota estará sujeito a...

ressurreição: o remédio para a saudade

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Quando alguém morre é praticamente impossível não pensarmos a respeito da brevidade da nossa existência e como tudo que nos rodeia é tão efêmero e paliativo. Creio eu que a maior ansiedade do ser humano é saber como e quando será o final da sua existência. Por isso fazemos planos para que tudo aconteça da maneira que foi pré-estabelecido por nós. Pensamos, por exemplo, em ter uma velhice com uma boa aposentadoria, rodeado por netos e, quem sabe, até bisneto e tataranetos. Contudo, embora planejemos tudo nos mínimos detalhes, não podemos esquecer que estamos sujeito as intempéries da vida. E que vamos nos deparar com coisas que vão retirar o nosso chão para que nos lembremos que tudo que nos rodeia frágil. Penso que a bíblia resume muito bem a nossa existência quando diz que a nossa vida é como um vapor que aparece e logo desaparece ( Tiago 4:14). A morte pode ser para alguns algo amedrontador. E até creio que de fato é, tanto que as escrituras a tratam como um adve...

quem tem medo do juízo final?

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Um dia... Num lugar... Diante dum trono a humanidade toda... Deus nele, com um cetro na mão, destinando pessoas ao céu ou ao inferno, dependendo do que fizeram em suas vidas. Essa é mais ou menos a imagem que se tem do juízo final. Isso muito por conta da imagem que Jesus utiliza para explicar o julgamento, de acordo com o evangelho de Mateus 25:31ss; no qual Jesus separa "as ovelhas" a direita, para a vida eterna, e "os cabritos" à esquerda para o "tormento eterno". A maioria das pessoas toma essa imagem que Jesus cria para explicar a natureza do juízo como sendo literal. O que, sob todos os aspectos é, no mínimo, um equívoco. É só pensar um pouco e você verá que tomar essa imagem literalmente chega a ser ridículo. Pense: Primeiro, como reunir a humanidade toda, num só lugar? Segundo: quanto tempo demoraria esse julgamento (retire já sua senha)? Terceiro: como reunir vivos e mortos para serem julgados? Alguém poderia dizer, mas isso não será na terra...

Jesus é a eternidade

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Quanto a Lázaro, o morto, Jesus disse à Marta: " Teu irmão há de ressurgir ". Ao que ela respondeu: " Eu sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia ".    A resposta de Marta não poderia ser teologicamente mais exata, de acordo com a escatologia (doutrina das últimas coisas) judaica. À exceção dos saduceus, que não criam na ressurreição, entendia-se que a vinda do Messias significava a ressurreição dos justos para a vida no reino eterno do Messias. De modo que, Marta, em sua resposta, evoca essa esperança messiânica da crença na promessa de ressurreição no reino eterno.  Todavia, Marta ainda não discernira que a realização das promessas messiânicas estava bem ali, a falar com ela. A ressurreição e a eternidade estavam diante dela. Havia chegado o "último dia". Posto que, o "último dia", o "dia do Senhor" é o dia da realização da promessa messiânica e seu reino. E, Jesus é a realização de todas as expectativa...